Sabem que as vezes escrevos pensamentos, historias e coisa e tal, então vou compartilhar esse pedaço sem sentido algum de algo que escrevi só para postar algo no blog.
Beijos Reh fernanda
Acho
que te amo
Como
se o tempo passasse em câmera lenta, mas não estava vendo a cena pelo contrario
eu estava sentindo, fazia parte de tudo aquilo era uma das peças daquele jogo
que aquele bebê de fraldas com asas gostava de jogar. Como aconteceu aquilo?
Será
que alguém apertou o botão de acelerar o filme e agora o deixou lento? Ou seria
eu que não havia entendido aquele jogo?
O
vento gelado batia em nossos corpos, a onda se chocava com força nas rochas
assim como nossos corações dentro do peito, a maré beijava a praia como nossos lábios
se tocavam, lentos, mas ao mesmo tempo intensos e a lua testemunha e era cúmplice de tudo, com sua luz clara acabou
tornado tudo aquilo a cena perfeita.
Ele
veio, ele me tocou, um beijo aconteceu e foi como dançar num salão sem musica
para seguir.
Lá
estávamos sentados nos aquecendo naquele abraço, um abraço que dizia tudo que
as palavras não conseguiram transmitir isso é se tivessem saídos, aquilo tudo
estava tão confuso.
Seu
toque estava me deixando bamba, seu beijo me aquecia de uma forma indescritível
e minha cabeça girava, parecia que ela havia ficado zonza com toda essa dança.
Estava
escuro, ou quase, ainda existia o pouco de luz que lua nos deu a honra de ter, mas
a hora que tudo aquilo se acalmou, pude ver seus olhos encontrarem os meus e
sem entender tudo aquilo, algo saiu da minha boca.
“Eu
te amo”
Acho
que foi isso que falei, não lembro, estava meio bêbada de tanta emoção que
senti até ali. Mas devia ter falado alguma coisa desse tipo, pois ele me beijou
tanto e dizia algo no meu ouvido que me fazia sorrir.
Deitados
na areia fria da praia com apenas um pano separando nossas peles daquele pó,
senti que não éramos um casal apaixonados, mas dois corpos em uma alma só.


